Retrocognição de Vida Passada

02/10/2014 – Era de manhã e acordei em estado de catalepsia projetiva. Não conseguia mover nenhum dedo. Pensei: “Vou me projetar!”. Quando comecei a ouvir muito barulho vindo da rua, pessoas gritando. Em seguida escutei um choro de neném. Pensei: “Este barulho acordou a minha filha, não vou conseguir me projetar!”. O barulho de pessoas discutindo e gritando era cada vez mais alto, misturado com o choro da criança. De repente, surge correndo em minha direção um pequeno menino, pelo tamanho dele, tinha dois anos. Ele correu em minha direção e até fiquei meio assustado com aquela assombração, pois só havia a silhueta com o conteúdo interno transparente. Pensei:” Deve ter sido esta entidade quem perturbou o sono da minha filha”. Aquele menino veio correndo em minha direção e parou atrás da cabeceira da minha cama, colocando as mãos sobre ela, como estivesse esperando eu me levantar. Em seguida saiu correndo novamente. Eu podia ouvir o barulho dos pés do menino batendo no chão, naquela correria toda, menino cheio de energia. Então, em meio àquela barulhada toda meu corpo astral se desprendeu e fiquei em pé dentro do meu quarto. Paralisado, meu corpo astral estava tão imóvel quanto meu corpo físico cataléptico na cama. Mal conseguia abrir os olhos. Então começam a surgir flashes de imagens na minha frente. Uma outra dimensão, um outro tempo. Como se a parede do meu quarto fosse de papel, rasgou surgindo a imagem do interior de uma outra casa. A imagem desaparecia e depois ressurgia com um novo rasgo na parede. Pude ver móveis antigos, muito bonitos, piso de taco. Então uma mulher começou a gemer de dor perto de mim. Ela sentia muita dor. Então comecei a tentar girar para ficar em sua direção, porém meu corpo astral paralisado dificultava a ação. Com muita dificuldade fui girando e à medida em que girava surgiam novos flashes com imagens da casa.

A mulher gemendo, a criança chorando, a outra criança correndo, o barulho da rua, tudo junto e misturado. Eu ainda pensando que o choro da minha filha e o barulho da rua iriam me atrapalhar no processo. Pensei que aquela mulher gemendo estivesse precisando de ajuda e então comecei a fazer uma circulação de energias no ambiente. Não consegui me voltar para o lado em que ouvia os gemidos da mulher e na tentativa de forçar a abertura dos olhos por completo, houve a interrupção da catalepsia projetiva e acabei sendo puxado de volta ao corpo.

Ao retornar tudo se acalmou imediatamente. Todo o barulho, que eu jurava que acontecia na minha rua, era proveniente daquela experiência, então me toquei de que não havia confusão na rua, a minha filha dormia como um anjo no berço, que aquilo tudo só poderia ter sido uma rememoração de um período antigo, o menino correndo, a casa e a circunstância devem ter ocorrido naquele tempo e aquela mulher que sofria era alguém próximo a mim ou até mesmo eu, em alguma existência passada.

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