Parque de Diversões Extrafísico

17/04/2016 – Despertei por volta das 4h da manhã com a minha filha me chamando ao pé da cama querendo dormir conosco. Coloquei-a no meio da cama e fomos dormir. Fiz alguns exercícios energéticos e momentos depois, sem precisar cair no sono, o E.V. já se instalava. Eu, deitado de bruços, fui sentindo o desprendimento do corpo astral começando a flutuar. À medida em que decolava, vi na minha cama os três corpos repousantes. Desejei sair pelo teto, o que aconteceu parcialmente. Fui me elevando até passar com a cabeça por dentro da lage e começar a ver minha área logo acima do meu quarto. Fui puxado de volta pela força do campo energético do cordão de prata. Estava em pé, de frente para minha cama observando, com uma visão bem limitada, os três corpos na cama. Um sentimento de imensa alegria me cobria, eu estava numa sensação magnífica de satisfação e agradecimento. Então empreendi uma decolagem ultrapassando o teto do meu quarto e saindo por cima do prédio. Fui vendo minha área logo abaixo, ficando cada vez mais para baixo. Minha visão foi melhorando e olhei para o céu afim de contemplar as estrelas, como gosto de fazer. Vi então um céu imenso com lindas estrelas espalhadas. Meu sentimento de alegria, liberdade e gratidão me preenchia por completo.

De repente, num pequeno vulto eu já me encontrava numa localidade extrafisica que nada mais era que um parque de diversões. Minha filha estava no meu colo, no seu lugar predileto; um parque de diversões. Haviam muitas pessoas no lugar. O dia era claro, como um belo domingo de sol. Haviam diversos brinquedos e um que não posso deixar de ressaltar, a roda gigante, idêntica a que temos na Terra. Fiquei por instantes pensando se me encontrava em alguma localidade do plano físico mas devido a grande dificuldade de volitar, não tive dúvidas de que me encontrava em uma localidade extrafísica, ainda ligada às coisas da Terra. Tentei volitar com a Ana Luísa no colo até o topo da roda gigante, em vão, mal conseguia sair do chão. Me impressionou a quantidade de entidades naquele local, fazendo as mesmas coisas que faríamos por aqui, num parque de diversões, enfrentando fila para seu brinquedo e comprando pipocas. Também a similaridade de suas roupas com o que usamos por aqui. Me senti no Parque Guanabara – BH.  Então, após alguns minutos fora, estava eu de volta no corpo físico.

É impressionante a similaridade da vida pós morte com a que temos encarnados aqui na Terra. Não faz parte da nossa cultura pensar que além da carne temos cidades, veículos de tansporte, opções de lazer, alimentação, etc. Como disse Lízias à André Luiz em “Nosso Lar”: “Não é aqui que a vida copia a da Terra, André, é a Terra que copia a vida daqui!”

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