Colônia do Norte

25/11/2015 – Acordei as 5h da manhã com minha filha em pé no berço pedindo para sair. Então deitei-a novamente e dei-lhe mamadeira. Ela voltou a dormir e eu voltei para a cama. Deitei de bruços numa posição bem confortável. O sono havia ido embora e então percebi que havia uma situação favorável para uma projeção. Eu sentia meu corpo em um estado de relaxamento e conforto bastante favoráveis. Então comecei a entoar meu mantra projetivo. Não se passaram 2 minutos e já entrei em EV. Eu estava com os olhos do corpo físico fechados mas já podia enxergar através dos olhos astrais. Eu estava deitado de bruços, em uma superfície plana mas não via o meu corpo físico. Sentia que ainda haviam partes de meu corpo astral que ainda não haviam se descolado do físico e permaneci imóvel entoando meu mantra. Segundos depois eu já estava totalmente liberto. Continuava naquela posição e então tive a iniciativa de fazer o movimento de me levantar, colocando as duas mãos sobre aquela superfície plana e me levantando. Neste momento uma força me transportou para outro lugar. Pude sentir o vôo apesar de não ter as imagens do mesmo. Quando as imagens aparecem, percebi que estava embaixo d’água, sendo levado por uma correnteza. Momentos depois percebi que aquela água era canalizada pois pude ver há uma certa distância o lugar onde ela desaguava. Eu estava dentro d’água seguindo pela tubulação que iria desaguar logo a frente. A medida em que fui me aproximando, tive um pouco de medo e pensei: “Será que vou cair?” Será que é muito alto? Então me tranquilizei por saber que estava na condição de espirito e que saberia me virar. Ao chegar no final daquela tubulação empreendi um vôo e sai voando enquanto a água caia. Estava logo acima de um pequeno vilarejo. Haviam várias pessoas circulando. Havia outra montanha do outro lado do vilarejo e então pousei lá. Haviam outras pessoas observando a cidade de lá de cima. Fiquei ali um tempo e observei a tubulação de onde eu havia saído que cortava por dentro de uma montanha rochosa, desaguava de certa altura da montanha, formando uma cachoeira que escorria abaixo. Logo depois desci até a cidade e volitei por algumas ruas. O pequeno lugar era muito simples, com casas simples, ruas de chão. Observei as pessoas, me aproximei de uma mulher, em torno de 45 anos e perguntei: Que cidade é esta? Ela me respondeu algo que não consegui entender. Desisti de saber o nome da cidade  e então perguntei: “ Esta cidade fica em qual Estado?” e ela me respondeu: “aqui é Colônia do Norte”. Apesar de não saber sobre qual Estado da nação se encontra a Colônia do Norte, satisfeito, segui em frente repetindo o que ela havia me dito várias vezes para poder me recordar após o retorno ao corpo físico. Então procurei a tubulação de onde eu havia saído e fui volitando até lá, entrando novamente nele pensando que pudesse servir de portal para este plano. Pensei no corpo físico e retornei imediatamente.

Nota: Acredito que este pequeno vilarejo que visitei esteja numa parte intermediária de uma colônia maior, a Colônia do Norte. Esta cidade ficava numa região muito árida e as montanhas eram secas parecendo canyons. Não encontrei em bibliografias ou na internet nenhuma referência sobre a existência desta colônia chamada “Colônia do Norte”, apesar disto não significar nada, pois existem milhares de colônias espirituais situadas acima das nossas cabeças e a absoluta maioria ainda não foi catalogada.

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