Espírito Trevoso

13/07/2015 – Fui deitar por volta das 23h. Fiz meus exercícios e senti uma forte presença – o amparador já me aguardava. Então, agradeci a ele pela projeção da semana passada em que pude ajudar a alguém, fazendo valer a pena minhas experiências. Disse também que continuaria à disposição nesta noite, se fosse preciso.

Logo depois comecei a exteriorizar energia, recitando palavras positivas, “amor, luz, etc”, enquanto exteriorizava.

Então, não sei se dormi ou se entrei em algum estado alterado de consciência, mas apaguei por determinado momento e não sei quanto tempo se passou, quando fui sendo despertado gradualmente. À medida que minha lucidez foi ampliando percebi que ainda estava exteriorizando energias e recitando palavras positivas, como se não tivesse cessado momento algum. A sensação é a de que meu corpo físico havia dormido mas minha consciência continuava o trabalho de exteriorização. A minha lucidez se expandiu de tal forma que podia jurar que estivesse acordado. (somente no final da experiência constatei que não estava em vigília física, mas sim, projetado). Então percebi uma entidade extremamente agressiva no ambiente e pensei que aquele ambiente fosse o meu quarto, pois parecia com ele ( provavelmente o ambiente foi plasmado pelo amparador, porém só cheguei a esta conclusão posteriormente ). Eu estava deitado na mesma posição quando adormeci, em decúbito dorsal. Pensei então, que tivesse, com ajuda de algum amparador, aberto a visão astral naquele momento  (Não sou clarividente no sentido de ativar e desativar a visão quando quero, isto ainda é um projeto a ser trabalhado, somente tenho minha clarividência ativada nos períodos pré-projetivos, em momentos de catalepsia projetiva ou EV).

Até então, eu, que estava “tremendo nas bases”, fiquei fingindo estar dormindo, com os olhos fechados quase totalmente na inútil intenção de enganar o obsessor e continuava exteriorizando minhas energias com mais força. Aquela entidade me xingava de todos os nomes. Mandava eu ir embora, eu exteriorizava a palavra “amor” ele gritava “ódio” eu falava “luz” ele gritava “trevas” e assim se seguiu. Ele gritava, xingava, falava que iria me matar, que eu não devia estar ali. Mas continuei sem parar.

Resolvi abrir os olhos e então vi o espírito perturbado. Uma sombra negra que não dava para ver detalhes da fisionomia, inclusive a entidade havia plasmado em si, asas de morcego. Ele gritava, girava, voava de um lado para o outro, xingava, colava o rosto no meu, tentava me agredir pulando sobre mim e eu nada sentia, estava protegido pelo escudo energético do amparador (e eu pensando que ele não conseguia me atingir por estar na proteção do corpo físico). Consegui manter a calma todo o tempo exteriorizando minhas energias, mas foi muito assustador.

Foi então que resolvi conversar com ele de forma telepática enquanto ele me chamava de maldito. Eu disse: “Porque não gosta de mim? Eu sou seu amigo. Não quero te prejudicar”, e ele xingando. Eu disse de novo: “Me desculpe se fiz algo que não gostou, não era a minha intenção!” Disse alguma outra coisa que não me lembro bem, mas também era algo na tentativa de acalma-lo. Ele também respondeu algo que não me recordo. Em seguida ele se acalmou consideravelmente e momentos depois deixei de percebê-lo no ambiente. Em seguida despertei no corpo físico com um susto, do reacoplamento abrupto. Então percebi que estivera projetado. Meu corpo estava deitado de lado, muito quente e suando frio, numa noite fria do inverno belo-horizontino.

Fiquei vários minutos sentindo a presença de alguém no meu quarto. Pensei logo que fosse o amparador, pois se fosse a entidade atormentada com certeza a energia sentida teria uma carga diferente. Minha sensação era de que talvez o trabalho ainda não tivesse terminado, talvez ele quisesse continuar a empreitada e que eu voltasse ao astral, mas fiquei pensando na experiência e não consegui me concentrar para tal. Então agradeci ao amparador e disse que havia ficado assustado com esta experiência, que tinha sido bem pesada e com minha fraqueza emocional, não sabia se realmente estava preparado para tanto. Pedi a ajuda dele. Disse que eu continuaria a disposição, apesar daquela experiência assustadora. Ufa! Olhei no relógio e eram 2:28h.

Notas:

  • Os amparadores sabem dos nossos limites e nesta experiência, creio que fui levado ao meu. Toda a situação descrita foi bastante assustadora e acredito que só não perdi a sintonia e voltei para o corpo imediatamente por ter permanecido calmo e pela intervenção do amparador que além de me ajudar e permanecer projetado, me abraçou com um escudo energético que me protegeu durante todo o tempo.
  • Ao despertar no corpo eu estava suando frio e com o corpo muito quente, parecia que estava com febre, isto realmente acontece por causa da energia desprendida no processo, a energia que eu tenho conhecimento de ter doado espontaneamente e alguma energia extra que o amparador utilizou para compor a estrutura de ação sobre o obsessor.
  • Muitas coisas que acontecem no astral não nos deixam respostas imediatas. Quantas coisas já me aconteceram e que ainda continuo sem as respostas!?!? Muitas respostas vêm tempos depois, após profunda reflexão, análise e estudo contínuo. Como neste caso específico, não sei a dimensão do empreendimento em que estava participando. Em relação ao ambiente que eu pensava se tratar do meu quarto, com certeza não era. Se tratava de um ambiente plasmado pelo amparador até mesmo para me ajudar a ficar calmo. Sem nenhuma dúvida, o ambiente real era o ambiente em que o obsessor atuava e que devia ser bastante denso, e se, caso eu tomasse conhecimento, poderia comprometer a ação. A todo o momento o obsessor deixou claro que eu estava invadindo o território dele.
  • Saiba mais sobre os Amparadores Espirituais clicando aqui.

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