Teatro Municipal do Rio de Janeiro   

29/06/2017 – O relógio despertou às 6:30h da manhã desta quinta-feira. Apertei o botão da soneca por mais 10 minutos. Então, aproveitei o estado de relaxamento profundo que me encontrava e me concentrei imaginando meu corpo estufando (balonando) e de imediato meu corpo astral se desprendeu do físico. ( Nestes casos, quando o estado de relaxamento é total, me concentro em estar inchando. Respiro fundo e solto o ar lentamente dos pulmões, concentrando num vapor saindo de todo o meu corpo. Ao invés do corpo desinchar com o esvaziamento dos pulmões, concentro no meu corpo inchando, o que provoca um estado de balonamento, causado pela expansão do duplo etérico, perfeito para promover uma projeção astral. Utilizo esta mesma técnica ao fazer exteriorização de energias).

Subi até a área aberta, logo acima do meu quarto e empreendi um vôo dizendo: – “Quero ir ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro!” ( Uma vontade antiga, porém só me lembrei dela hoje). Então, ouço uma voz me perguntando: – “Você quer ir sozinho?”

Percebi que a pergunta foi num tom de “você quer tentar ir sozinho ou precisa de ajuda para chegar lá?”. Eu respondi: – “Não sei, o que você acha?” Ele disse: – “vamos experimentar!”.

Quando olho para baixo, estava voando sobre o mar. Me assustei e perguntei: “É o mar?”

Ele disse: – Sim!

(O motivo da dúvida em relação ao mar era devido a dificuldade de se ver com nitidez, pois apesar do horário, 6:30h da manhã, estava escuro e haviam nuvens baixas, parecia que o dia ainda estava por começar).

Então comecei a sobrevoar a cidade, no meio dos prédios. Eu não tinha o controle do meu vôo, então percebi que meu companheiro era quem estava no comando. Eu passava entre os prédios, de todos os tamanhos, com receio de me esborrachar em algum deles. ( receio desnecessário, pois isso não ocorre, porém nossos condicionamentos físicos costumam aparecer nestas horas). Fiquei percorrendo a cidade e no trajeto pude perceber duas catedrais belíssimas, que não conheço. Ainda estava escuro e as luzes da cidade estavam acesas. Percorri um longo trajeto no meio dos prédios. Então pensei: – “Acho que não vou conseguir encontrar o teatro no meio desta selva de prédios”. Quando de repente, observo aproximando o prédio do teatro e o reconheci. Feliz por ter chegado, comandei um pouso meio atrapalhado na praça que tem logo à frente do teatro e então entrei nele.

Estava movimentado, haviam várias pessoas circulando. Pelo horário, penso que todos se tratavam de pessoas projetadas de forma inconsciente e de desencarnados. As pessoas conversavam entre si, trocando informações profissionais a respeito de algum evento, outros circulavam fazendo turismo, assim como eu. (É difícil você se ater a algum fato em específico, pois quando estamos no astral, sabendo que a qualquer momento estaremos de volta ao corpo físico, queremos coletar o máximo de informações possíveis e, com isso, muitas vezes, fazemos uma leitura superficial de algumas coisas, apesar de termos nossas percepções ampliadas neste estado, não estamos isentos de enganos. Eu poderia ter me aproximado daquelas pessoas e observado melhor sobre o que conversavam, verificado se eram de fato pessoas projetadas ou não, mas no momento, não me ocorreu esta possibilidade).

Não interagi com nenhum deles, fiquei apenas circulando no ambiente até chegar ao palco. Fiquei admirando aquele belo palco me lembrando de quando tive o privilégio de me apresentar ali, junto com o coral que eu participava na infância, em Julho de 1992, acompanhados pela Orquestra Sinfônica do Rio de Janeiro. Lembranças que brotaram na mente com muita saudade. Observei o teatro belíssimo, de arquitetura fantástica.

Me retirei do salão principal observando uma jovem bailarina, ainda adolescente, entrando para algum treinamento. Nela pude perceber nitidamente, pelo seu nível de consciência, era uma jovem cujo corpo repousava na cama mas seu espírito estava alí, vivenciando uma vontade íntima de um dia ocupar a lista das bailarinas principais. Ao acordar, ela terá lembranças de seu sonho dançando no palco daquele teatro.

Então me dirigi até a saída e de repente já estava novamente no corpo físico.

Nota: No caminho para o trabalho, ouvindo a radio Band News FM, como faço todos os dias, ouço a notícia de que o aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, estava com seus vôos cancelados devido ao nevoeiro. Vendo as imagens pela internet é impressionante o volume de nuvens que ocuparam o céu da cidade naquela manhã. Então algumas coisas começam a se encaixar, o fato da cidade ainda estar escura, as nuvens baixas no mar. Não acredito em determinadas coincidências. Deixo um link abaixo sobre uma reportagem a respeito.

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/aeroporto-santos-dumont-no-rio-esta-fechado-para-pousos.ghtml

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