Estrepolia

20/03/2018 – Noite chuvosa em Belo Horizonte e eu sonhando em me projetar debaixo de chuva, como já aconteceu outras vezes, é possível sentir as gotas atingindo o corpo astral mas não ficamos molhados.

Me deitei muito cansado, como ultimamente tem sido, mas como acordo todas as noites por volta das 3h da manhã, costumo aproveitar este período para me concentrar em uma nova projeção. Feito isto, volto a relaxar e dormir. Por volta das 6:00h desta manhã, acordei com o Estado Vibracional. Coloquei as “para-mãos” sobre a cama e fiz o esforço de me levantar. Assim que me sentei (em corpo astral), vi o chão do quarto alagado e pensei: – Ué, como essa água entrou aqui?

Então me levantei e fui caminhando até a área para ver o que se passava. Eu estava num estado de lucidez altíssimo, a ponto de ficar numa dúvida que comigo é recorrente, se eu estava realmente projetado ou em vigília física. Contraditório considerar um alto nível de lucidez estando com dúvidas quanto nossa condição, porém o nível de percepção das coisas era tão próximo da vigília física que pode acreditar, deixa mesmo dúvidas. Então pensei, só tem uma maneira de ter certeza – voar. Então empreendi um pequeno salto com a intenção de voar e fui ganhando altura e então eu disse feliz: – Como eu pensava!

Percebi também que não estava na minha residência e que aquela cidade não era Belo Horizonte. Fui voando por aquele lugar, sentindo meu corpo astral pesado (pelas minhas experiências, percebo que há diferença no peso do corpo astral de acordo com o plano que se encontra, se estamos no plano etérico a sensação é de muita leveza e o corpo parece sofrer influência mínima da gravidade, porém se estamos em outros níveis astrais, o corpo astral sofre mais influência da gravidade, ou provavelmente fica sujeito à gravidade daquela esfera, ficando mais pesado. Aprendi também que, quando fazemos uma projeção “patrocinada”, podemos fazer perguntas que na maioria das vezes teremos as respostas), então comecei a seção curiosidade.

Lancei a pergunta: – Que cidade é esta?

A resposta veio como se fosse através de um rádio comunicador: – “Estrepolia”.

Eu respondi – Estrepolia? Que nome!!

Enquanto sobrevoava a cidade, pude ver que ela estava alagada em parte, haviam outros locais que não estavam cheios. Passei por entre ruas, muitas casas e pequenos edifícios, passei por muitas pessoas e até acompanhei um trem que passava dentro da cidade. Não me recordo de haver automóveis.

Então continuei a seção de perguntas: – Esta cidade fica no plano físico ou extrafísico? E a mulher com voz de rádio me respondeu: – Extrafísico!. “O volume” estava baixo então perguntei de novo: – Extra? E ela disse: – Extra!

Ela disse: – As pessoas daqui vieram por designação.

Eu respondi: – Entendi, vieram para cá por merecimento!

Ela disse: Isso mesmo!

Neste momento ela deve ter pensado que a seção de perguntas havia terminado, porém ela havia se enganado, pois estou cada dia mais curioso e continuei: – Mas costuma ter enchentes no plano extrafísico? É normal isso?

Ela respondeu: Sim, é!

Eu que tinha visto um monte de casas alagadas perguntei: – As pessoas correm o risco de ficarem sem casa também?

Ela achou graça da minha pergunta então e respondeu: – Não, elas estão apenas mimetizando!

Eu tomei um susto e perguntei: – Então isto aqui é apenas uma simulação?

Ela disse: – Sim!

Quando eu ia perguntar mais senti meu reacoplamento no corpo físico. Fiquei meio pasmo com as novas constatações e ainda sentindo a presença da minha companheira  de viagem por perto, agradeci por tudo.

Após o ocorrido, me pus às reflexões. O próprio nome da cidade que minha companheira revelou não era muito sugestivo, penso se tratar de uma colônia ainda bem próxima da crosta terrestre, com situações de vida ainda muito próximas das que vivemos por aqui, onde as pessoas ainda teriam de passar períodos de expiação antes de partir para outro plano, mais elevado, e isto explica o mimetismo, a imitação de situações semelhantes às da vida terrena ajustando-os, adaptando-os para uma nova situação. Talvez o leitor considere o fato de que uma simulação que cause perturbações daquela ordem seja algo  desnecessário para aquele plano, mas será mesmo? Vamos comparar com a situação em que vivemos aqui na Terra, com as alegrias e tristezas. Aprendemos que fazem parte da nossa jornada evolutiva, então, não seria também uma situação de mimetismo idêntica à deles? Será que porque morremos e fomos para outro plano estaríamos isentos destas situações?

Muitas perguntas surgem em nossa mente ante uma constatação como esta e nem sempre as respostas estão à margem do nosso entendimento imediato. Quando lidamos com projeções astrais temos sempre mais perguntas do que respostas, pois estamos lidando com algo que está além do que o nosso cérebro está acostumado a fazer suas relações normais e interpretações. Esta foi a interpretação a qual cheguei, porém este conteúdo traz possibilidades de interpretações diferentes, inclusive se considerarmos a crença de cada um. Uns podem pensar que tudo não passa de devaneios de um sonâmbulo, para outros é a certeza de que vivemos numa Matrix, ou seja, enquanto não temos certeza só nos resta entender da nossa forma, ficando sujeitos a erros e acertos.

3 comentários em “Estrepolia

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  1. Boa tarde. Também tive uma projeção a qual eu voava por cima de uma cidade alagada,mas estranhamente a água era super limpa e eu via o fundo das ruas que eram asfaltadtas. Eu estava auxiliando umas pessoas ou espiritos que estavam presos lá.
    Agora fica a pergunta : será que era a mesma cidade ?

    Curtido por 1 pessoa

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